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quarta-feira, 3 de junho de 2009

É oficial: Operação Levanta-te e Caminha em Curso. May the gods help me! :)

Há 3 anos que estava o impasse instalado.

Terminou.


A miopia hereditária ( a única herança que o meu rico papá me deixa!) estagnou, significando assim que podia começar a pensar em ser operada a laser. Mas a estagnação não chegava - o que é que é fácil na minha vida?! lol - , era preciso fazer o teste para saber se os meus olhinhos (que, por esta altura, já só estavam nas órbitas para não apresentar uns inestéticos buracos na cara) tinham a medida ocular para poderem ser operados.

E tinham! Lindos meninos!







Segundo a descrição do oftalmologista, este é o aspecto que vou ter amanhã às 21h30, hora em que vou ser operada.

Yaaaaa, I know.... Scary...






Depois conto-vos tudo, porque parece que afinal o pós-operatório pode ter muito que se lhe diga! :S

And then again... será que posso escrever aqui tão cedo?!
:)

O importante é que não vejo a hora de me ver sem óculos, sem lentes de contacto, sem dores de cabeça constantes e agudas, sem infecções, etc... etc...

I'll keep in touch!

domingo, 31 de maio de 2009

Um Para Ti - VI

Talvez cresça hoje.

Os dias estão novos
E já não entro em casa da mesma maneira.

Sonho sem rumo,
Estou animada por não fazer a menor ideia para onde vou.

Vejo que estou neste espaço que sempre me teve afinal,
Mas onde nunca realmente tive os pés no chão.

Parto e volto,
Sem sair do sítio.

E cada vez trago mais comigo.
Gosto.

(Sim, musiquinha terrível e tal, mas apetecia-me mesmo esta!)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Hoje, às 16h00


Se tudo correr bem, hoje é a última avaliação que tenho para terminar o curso.
Hoje, às 16h00.
A carga positiva psicológica disto é indescritível.
Eheheh

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Um Para Ti - V


Há dias em que a Humanidade me assusta. E desilude.
Não existe animal mais perverso que nós, certamente.
É tão fácil magoar os outros.


Falaram-me os Homens em Humanidade

Falaram-me os homens em humanidade,
Mas eu nunca vi homens nem vi humanidade.
Vi vários homens assombrosamente diferentes entre si.
Cada um separado do outro por um espaço sem homens.

Alberto Caeiro, in "Fragmentos"

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Por Estes Lados: Lodo Continua, Pouco de Felicidade em Casal Como Na Foto, Mas Mais Animadita!


terça-feira, 5 de maio de 2009

Quando puxarem a alavanca e o mês de Maio for atrás avisem-me, sff

Sim, estou a reclamar da vida!
E...?!?!!?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

F#%@-$&!!!


Um Para Ti - IV

(Adorooo este cartaz!)

O 25 de Abril já passou há alguns dias, contudo, gostava de partilhar hoje um pequeno poema de Sophia de Mello Breyner. Poema em que "silêncio" e "noite" transportam a ambiguidade da ditadura, da falta de conhecimento e informação e da falta de liberdade. A "madrugada" é "inteira" e traz assim esperança, liberdade e os sonhos de um povo.

E porquê?
Talvez porque tenho muita pena de não ter vivido a Revolução dos Cravos. Talvez porque me orgulho muito de ter sido uma revolução sem sangue e por ideais e sonhos que normalmente já ninguém dá credibilidade ou valor. Talvez porque me emociono com os sentimentos demonstrados porque quem a viveu. Talvez porque sou uma amante da Vida e da Liberdade.
Idealista? Talvez, mas acho que não saberia viver de outra forma.

Reparem como tão poucas palavras podem significar tantas coisas:

25 DE ABRIL
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo.

Sophia de Mello Breyner Andresen

(Peço desculpa se me entusiasmo e se roço uma análise de poema enfadonha de Português de Secundária! Juro que me tento controlar... )

domingo, 3 de maio de 2009

Quando for grande quero ser como ela. Sem bigode e de sobrancelhas feitas, mas como ela. :)

Revejo "Frida", que está neste momento a dar na RTP2, um dos filmes da minha vida.
Não me vou pôr com blá, blá, blás que vocês podem encontrar em qualquer IMDB sobre o filme.
Parecendo que não, este filme ensinou-me algumas coisas que hoje defendo, é verdade.

Sempre achei profundamente romântica (de uma forma que chega a ser retorcida, confesso, eheh) a cena em que Diego Rivera, um mulherengo do pior, pede Frida em casamento pela primeira vez e eles têm este diálogo:
Diego: "Queres casar comigo?"
Frida: "E tu consegues jurar-me fidelidade, Diego?"
Diego: "Fidelidade, não. Mas juro que te serei eternamente leal."
Frida: "Aceitooooooooooo!"

E nenhum espectador duvida que eles se amam, embora Diego continue a ser infiel até à 5ª geração, ao ponto de nem a irmã dela escapar! São de uma cumplicidade inabalável.

É sempre giro ver a lata da Frida a"mandar abaixo" a amante que o marido teve, só para ver se ela era realmente boa. :) E entretanto, até o Trotsky marchou! :)

Por fim, esta é uma dança, entre mulheres, que quero que se acuse o primeiro que não a achar sensual. E vejam o Diego todo contente a topá-las! :) Who wouldn't?!


E os verdadeiros Diego & Frida (Que feios! God!)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Quando a ficha cai


Há coisas que levo tempo a interiorizar.

Uma delas é aperceber-me quando um(a) amigo(a) já não tem exactamente o mesmo tipo de amizade comigo, isto é, quando há uma evolução degenerativa em que só eu é que não tinha percebido ainda.

A vida sabiamente encarrega-se de me colocar em situações em que percebo, pela via menos própria.

Não me chateio. Ficar triste? Talvez.
Mas começo a aceitar que é apenas a lei natural da vida: fica quem tem de ficar, vai quem tem de ir e permanece indiferente quem tem de permanecer.
Estádios não são eternos.
E como pessoas que somos, mudamos.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Um Para Ti - III


É ver o copo meio cheio.
É o meu poema do dia, neste dia do caralhete...

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar,
morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e os pontos
sobre os “is” em detrimento de um redemoínho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando
está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida a fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante…

Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.

Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio pleno de felicidade.
(Pablo Neruda)

Dias do Caralhete!


Estes últimos dois dias têm acarretado muitas emoções, com pouco tempo de digestão.
É altura de aprender. É altura de compreender, interpretar e ler os acontecimentos...
...mas se continua assim, não chego viva ao final da semana.
And then again... VENHAM MAIS MIL! ;)

domingo, 12 de abril de 2009

Intimidades & Cumplicidades

Intimidade e cumplicidade são daquelas coisas que considero fulcrais em todo o tipo de relações pessoais que estabeleço na minha vida.


Não considero, por exemplo, intimidade sinónimo necessariamente de amizade. Fiz amigos com os quais já tive imensa intimidade, que entretanto, por diversos motivos, se perdeu, no entanto, não deixo de amá-los como os bons amigos que são. Apenas se perdeu intimidade.

Não vou dizer que é bom (a vida dá tantas voltas!), mas também não tem que ser mau.
Nestes casos, desenvolvi o argumento interior de que aquela pessoa tinha que ser mais próxima naquele momento, por mim ou por ela, e que, não perdendo necessariamente espaço ou valor posteriormente, está mais "longe".
Sim, reconheço que é uma perspectiva com um toque kármico... :)

Há ainda os amigos com quem se mantém sempre intimidade, que podem estar longe, que podem estar 5 meses sem falar connosco, mas quando se está junto, é como se nos tivéssemos visto ontem. Mas não é a amizade que me apetece explorar.
Considero ainda que intimidade não está necessariamente também sempre ligada à cumplicidade. Cumplicidade, para mim, não é mecânica, estudada, artificialmente construída. Pelo menos, tenho cumplicidade com determinadas pessoas na vida, com quem não escolhi ter. Tenho e pronto. Entendo-me com elas, compreendo e sou compreendida, sem falar.
A cumplicidade para mim vale ouro e a esta sou fiel.
E, sim, novamente talvez a perspectiva kármica... I think that's just me!

Há ainda a intimidade de corpos, a cumplicidade entre duas pessoas, que é a que me apetece explorar, hoje, aqui.
Oiço muitas vezes dizer que a intimidade de corpos e esta dita cumplicidade é apenas conseguida com amor.
Não duvido que assim seja com alguma pessoas, é legítimo, mas custa-me que estas mesmas pessoas muitas vezes não entendam que pode haver intimidade sem amor (esta parece-me mais óbvia) e cumplicidade sem amor também.
Relativamente à intimidade, acho que não há nada mais puro, genuíno e íntimo que estar nu com outra pessoa. Estamos, ali, na nossa forma mais bruta. Despidos, literalmente, de todas as possíveis máscaras sociais. Nada é mais íntimo que isto: Natureza.

Como é que se tem vergonha de/com alguém ao pé de quem já estivemos nus? Vergonha de /com alguém a quem nos abraçámos nus, a quem nos encaixámos nus?
É engraçado, mas é uma questão simples que sempre me deu que pensar. Sempre tentei, talvez por isto, dar-me com as pessoas com quem já tive esta intimidade e respeitá-las mais que não fosse por isso.

Desta intimidade, pode resultar cumplicidade. Não resulta sempre.
Para alguns, esta cumplicidade, a mágica, apenas se atinge amando.
Para outros, esta cumplicidade pode ser igualmente mágica ainda que apenas física.
Há pessoas com as quais sabemos que não têm nada que ver com o nosso perfil, no entanto, há uma cumplicidade fabulosa fisicamente. Daí nascem muitas vezes as relação flop, em que as pessoas confundem esta cumplicidade com amor.
Já aconteceu com pessoas com quem tive esta intimidade/cumplicidade.
E a mim, meus caros, não aconteceu até à data, apenas porque nunca amei.
É mau? É bom?
Não sei, só conheço por enquanto um lado e há que ter conhecimento dos dois para comparar.
Não o desprezo, também não o anseio...
Se vier, tudo bem.
Se não vier, entretanto também se vai estando bem. eheh!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Amor e tal...


Falar de Amor é daquelas coisas que, ainda que me entretenha, me incomoda.
Falar do Amor dos outros é fingir que percebo muito de uma coisa da qual não faço a menor ideia do que seja: relações.
Falar do Amor que não sinto onde devia sentir é suícidio para o meu depósito de esperança na não-destruição das gerações futuras.

Meninos, não façam isto lá em casa.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Ela

Todos os dias nos confrontamos. Uns dias falamos mais, outros menos. Outros, admito, nem nos cruzamos, mas trocamos bilhetes. Falamos ao telefone. Ela deixa-me o pão cortado para as torradas da manhã.
Sei que o jornal foi lido quando tem a pontinha recortada. Sei que ela acordou quando a gaiola dos pássaros já está lá fora. Naqueles dias mais preguiçosos, é ela que me vai bater delicadamente à porta porque tem medo que me atrase para os meus compromissos. É ela que me pede imediatamente desculpa por estar a fazê-lo também.
Ela é a única pessoa que tenho vontade de beijar todos os dias, indiscriminadamente. Não o faço. (Sou pouco física no que diz respeito a demostração de emoções. Sim, todos os dias penso que me vou arrepender de não a beijar as vezes que me apetece.)
Ela pede-me beijinhos e é a única que os tira à força, de vez em quando. Serei sempre, de sete, "a que não dá beijinhos".
Quando chego, ela quer sempre saber como foi o meu dia. É ela que me ouve, se quero falar. É ela que, igualmente, me deixa, se sente que preciso de estar terapeuticamente sozinha.
Ela compreende-me sempre. Ela, ainda que com um misto de experiência aliado a uma eterna e deliciosa inocência infantil, tem sempre a palavra mais sábia. Sempre.
Ela perdoa-me todos os arremessos de bruteza. Nem sempre com ela. Nem sempre conscientes.
Ela apoia todas as minhas decisões, diz que apenas quer que eu seja feliz.
Ela faz-me festinhas na cabeça e compra as minhas batatas fritas favoritas.
Ela faz empadão de puré porque é o que eu mais gosto.
Ela abre todos os dias a pressiana do meu quarto para deixar o Sol entrar e para ter o quarto quentinho quando eu voltar (é claro que nunca está quente, e tenho que acender o aquecedor às escondidas, mas conta a intenção).
Ela compra-me packs de 3 Ferrero Rocher sempre que vai às compras (já são poucas as vezes) porque são os meus preferidos e ainda me fazem vibrar como uma criança.
Ela conta-me o que a parva da cadela caniche (que ninguém grama cá em casa) fez durante o dia e eu rio-me.
Ela vai buscar livros da biblioteca maravilhosa dela, que tem na garagem, sempre que tenho dúvidas existenciais.
Ela fala horas a fio de História comigo.
Ela ensinou-me a gostar de poesia.
Só ela me contava, de cor, estórias de encantar na cama.
Só ela ainda me oferece livros destas mesmas estórias de encantar no Natal.
Ela ajuda-me a tomar decisões profissionais importantes.
Ela escreve contos e poesia como ninguém (um dia vou conseguir publicá-los!)
Ela é a única mulher que conheço que faz festinhas a osgas e cócegas a sapos.
Ela tem os olhinhos brilhantes sempre.
Ela tem a magia do conto de fadas. Quando penso na Disney penso nela. :)
Por causa dela, acredito em princesas.
Ela SÓ gosta de filmes de desenhos animados.
Ela nunca foi pessimista com nada.
Ela sabe fazer tricot e fala francês. E por ela, na continuação, eu aprendi a tocar piano.
Ela até hoje não sabe o que é cancro e tem-no.
Ela é delicada como uma pena e forte como uma pedra.
Ela deu-me grande parte da força que hoje tenho.
Ela tem 76 gloriosas primaveras e ainda vive encantada com a Vida.
E todos os dias, cada vez mais, tenho medo de a perder. Muito medo.
E como é mau sentir e saber que ela não dura para sempre.
Nunca as palavras todas do mundo vão definir o que esta pessoa é para mim e na minha Vida.

Hoje estou triste por causa de coisas dela.

Ela é a minha avó.
A minha "Super Avó", como sempre a refiro.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

It's the final countdown!

4 cadeiras + estágio = FIM

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Querido São Valentim, :P

domingo, 11 de janeiro de 2009

Felicidade atrai inveja?


Convivendo com diferentes pessoas, tenho andado a reparar ultimamente em algo curioso. Quase toda a gente, muitas vezes mesmo sem se conhecer, tem a mesma opinião em relação a este assunto.

Passamos por uma altura em que as pessoas têm medo de dizer umas às outras quando estão bem e/ou felizes por causa de alguma coisa. Têm medo da inveja, dizem.

Partilho coisas boas e dizem-me: "Cuidado, não digas isso a muita gente, nem publiques muito, porque há muita inveja por aí e é o suficiente para as coisas começarem a correr mal."

Engraçado que tenho a mesma impressão. Partilhar felicidade atrai inveja. Claro que não podemos generalizar, mas é aquela máxima que deve estar sempre minimamente presente, just in case... :) Logo eu, que tenho tido tanta vidente, aí pelas ruas, a dizer-me que ando sempre carregada de inveja! AHAHAH Como alguns de vocês já testemunharam comigo! :) Tenho que ter cuidado, pá! :P Qué las hay, las hay! :)))
Toda a gente certamente se lembrará de episódios na vida em que estava feliz por algum motivo e a partir do momento em que se começou a gritar o porquê ao mundo, tudo começou a desmoronar-se, aos poucos. Já me aconteceu. Depois, a tendência é refugiarmo-nos no "tudo o que é bom dura pouco". Eu costumo refugiar-me no "se aconteceu assim é porque eu tinha que tirar alguma lição disto". Parecendo que não, ajuda-me a aceitar, a compreender.

Sim, eu talvez seja um bocadinho supersticiosa, chamem-lhe o que quiserem.
Religiões totalmente à parte, a verdade é que acredito que são as energias positivas e negativas que fazem girar o Mundo. As energias entre as pessoas são as suas ligações. Daí que o povo também diga sabiamente que nos devemos rodear de pessoas positivas, de pessoas que gostem verdadeiramente de nós.

Acho que sim. Também acho, contudo, que há pessoas com energias negativas com que temos de aprender a lidar. Chama-se a isso criar defesas. E como isso nos faz falta a todos!
Não convém sermos avestruzes. Não convém que se fuja.

Tem havido uma tendência social em lamentarmo-nos constantemente. Em só falar das desgraças. Em não partilhar felicidade.
Será por isto?

Ao longo da minha ainda breve vida, apercebo-me que a palavra tem de facto um peso insuportável.

Felicidade atrai inveja?
Na maior parte dos casos, infelizmente, sim.
Às vezes, nem é por mal.
Mas já diz o (outro!) ditado: "O que não me mata, torna-me mais forte"
Ainda assim e só na dúvida, a piece of advice: não cutuquem a onça com vara curta! eheheh

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Desabafo:

Nunca pensei dizer isto, mas...

Estou FARTA de ser (meia) estudante!
(Ok... a época de ter este desabafo é suspeita. Eheh!)

Está quase a chegar ao fim...
ufff...ufff...inspira, expira!

Brrrrrrr!!!
:S

domingo, 4 de janeiro de 2009

Yup, eu já...

. Já mergulhei num rio, toda vestida, calçada e de mochila;
. Já ganhei dinheiro a dançar Tango para um público oficial, num complexo turístico;
. Já comprei um carro novo e mesmo o que eu queria;
. Já fui para a Festa do Avante sozinha;
. Já gritei "Sou feliz" para os golfinhos no pontão da ilha de Tavira;
. Já me fiz amiga de raparigas para arranjar engate para amigos;
. Já escrevi cartas de amor em nome de outra pessoa;
. Já mergulhei de apneia e cacei polvos e chocos de arma;
. Já risquei carros por vingança;
. Já quis ser cigana;
. Já estive a 3 metros do Papa João Paulo II (vivo);
. Já chorei maravilhada dentro da Biblioteca Joanina em Coimbra;
. Já trabalho desde os 13 anos;
. Já tomei banho nua na praia à noite;
. Já fui a um enterro de um amigo;
. Já cantei e dancei Spice Girls em frente ao espelho;
. Já gostei de vestir collants estampados e coloridos com sabrinas douradas;
. Já disse nomes malcriados em frente à minha avó;
. Já dancei nua na pista de uma discoteca fechada;
. Já tive vergonha de me chamar Linda Ova;
. Já escrevi uma resposta de desenvolvimento sobre paixão num teste de português porque estava apaixonada, quando a pergunta não tinha nada a ver;
. Já tive que ler essa mesma resposta em público;
. Já vesti 15 gatos com roupas de Barbie
. Já cuspi para a bebida de alguém que me estava a chatear, sem essa pessoa saber;
. Já escrevi poemas e contos;
. Já fui loira;
. Já disse a amigos "Amo-te" mas nunca a uma "cara-metade";
. Já toquei piano em apresentações oficiais;
. Já chorei por ter crescido;
. Já fiz grandes amigos de ex-"namorados";
. Já caí de tacões na calçada, em zonas cheias de gente;
. Já vi filmes eróticos e pornográficos;
. Já dormi no carro à porta de casa por ter preguiça de entrar;
. Já quis ser advogada e salvar os injustiçados do mundo;
. Já li a Bíblia toda sem ser católica;
. Já me vesti de Sininho e passeei pela Marina de Vilamoura sem ser Carnaval;
. Já menti para não magoar;
. Já magoei para não mentir;
. Já fiquei bêbeda com um só shot de Gold Strike;
. Já não vivo sem corrector de olheiras;
. Já quis ir a Cuba ser operada à miopia só para poder passar férias também;
. Já roubei quinquilharia em Marrocos;
. Já fiquei acordada para ver alguém dormir;
. Já fiz uma tatuagem;
. Já faltei às aulas para ir ver, deliciada, furúnculos a ser espremidos;
. Já me chateei com uma amiga por lhe corrigir erros ortográficos;
. Já fingi que estava a cantar quando me apanham a falar sozinha;
. Já fui apalpada em massa num restaurante cheio de árabes quando entrei aos gritos para desejar Feliz Ano Novo;
. Já fiz xixi a dançar numa Festa da Espuma;
. Já tive um acidente de scooter porque quis atropelar um gato;
. Já passei fome;
. Já fui explicadora de Português, Inglês e de Francês;
. Já tive buço;
. Já beijei quem não me apetecia por pena;
. Já comi comida enlatada para cão;
. Já me deixei dormir em cima de uma coluna;
. Já estive três noites sem dormir, de directa;
. Já fui a preferida da professora;
. Já li três livros num dia.
. Já saí de um filme, no cinema, e enfiei-me noutra sala para ir ver outro;
. Já fiz campos de férias com o filho do Jorge Palma;
. Já fui parar ao hospital por causa de 1cocktail de 2 Red Bulls e 5 cafés;
. Já participei numa entrega a Yemanjá na praia;
. Já fui a melhor aluna da minha turma;
. Já gosto de cerveja;
. Já fiz melhores amigos para a vida.
.......
......
...
And so on...

E tu? :)