Gilberto Grão de Areia celebrou o seu 1º aniversário, enquanto personalidade blogoesférica, no passado dia 3 de Fevereiro (digo enquanto "personalidade blogosesférica" pois Grão de Areia já existe desde 17 de Junho de 2000, como já tinha dito antes).
LET'S THROW A VIRTUAL PARTY!
HURRAY! :)
Ia-me passando. Ia.
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sábado, 7 de fevereiro de 2009
Gilberto Grão de Areia: 1º aniversário online
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Gilberto Grão de Areia
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domingo, 23 de novembro de 2008
Às vezes...
... canso-me de dar mais do que receber.
Uma vez, a Rita, ao fazer uma atenciosa e humilde tentativa de me ler a carta astral, disse-me qualquer coisa como "Ainda não sei muito disto, mas apenas se percebe claramente que vieste cá para dar mais do que receber. Isto terá tendência a acompanhar-te em todos os campos da vida."
... é sempre aquele choque com a constactação do óbvio!
A cada injustiça, penso nisto.
Às vezes, custa.
Às vezes, sou Peixes.
Uma vez, a Rita, ao fazer uma atenciosa e humilde tentativa de me ler a carta astral, disse-me qualquer coisa como "Ainda não sei muito disto, mas apenas se percebe claramente que vieste cá para dar mais do que receber. Isto terá tendência a acompanhar-te em todos os campos da vida."
... é sempre aquele choque com a constactação do óbvio!
A cada injustiça, penso nisto.
Às vezes, custa.
Às vezes, sou Peixes.
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Gilberto Grão de Areia
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terça-feira, 14 de outubro de 2008
Pancada das 18h24
Porque é que o mundo não pára de vez em quando?
Precisava de uma pausa para tomar decisões, reformular metas, mas o resto do mundo está a fazer muito barulho.
Não me consigo ouvir. Não me deixam concentrar.
Precisava de uma pausa para tomar decisões, reformular metas, mas o resto do mundo está a fazer muito barulho.
Não me consigo ouvir. Não me deixam concentrar.
Entretanto, aqui se vai num santo dia depois do outro...
Assim não.
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Gilberto Grão de Areia
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domingo, 3 de fevereiro de 2008
Grão de Areia porquê?

Há cerca de 7 anos e alguns meses atrás, mais precisamente a 17 de Junho de 2000, aventurei-me e terminei de escrever o meu primeiro conto com o nome da sua personagem principal, "Gilberto Grão de Areia". Basicamente, é apenas mais uma estória, de infinitas, de horrores piegas! Sim, porque eu escrevi destas coisas! Foi quando andava a ler a colecção toda do Paulo Coelho e gostava... IRRA! Espero que tenham em consideração que vou fazer uma MEGA revelação vergonhosa! :)
SINOPSE (ou tentativa de...): De uma forma geral e levantando apenas um pouco do véu, Gilberto Grão de Areia era um adolescente - como eu, na altura - que vivia perto de uma praia muito especial, visto que a mesma tinha um género de realidade paralela, a que ele carinhosamente chamava de Bobdah (analogia ao Bob Marley! lol). Basicamente, o gajo não fazia mais nada da vida, só vivia ali enfiado e sonhava, enquanto a mãe lhe fegava o juízo à toda a hora para que ele tomasse o chamado "rumo na vida". Nesta praia imaginária, o rapazito tem amigos como o mar, as estrelas, as nuvenzitas, blá, blá, blá e esses clichès todos piegas! :) A realidade paralela desta praia pertencia aos deuses. O "big boss" era o Sol e tinha uma filha, de seu nome, Bianca. Pele cor de bronze, cabelos ondulados compridos, olhos cor de mel e andava sempre nua, como é óbvio, porque comigo é logo assim! :) Pronto, e criei assim uma gaja boa! :) Igual a TODAS as que já devem vir predefinidas em qualquer história da tanga de amor que minimamente se preze! :) Continuando, é claro que, às tantas, o rapazito, que só se interessava por praia e conchas e "anhar", fica "apanhado" quando a vê, mergulhando, "suavemente, durante a hora em que o Sol morre pela mãos dos astros" - autocitando-me - toda voluptuosa! (Meu Deus, que coisa PIROSAAA!!!)Trocas e baldrocas, os gajos dão para ali uma "cambalhota", em cenário hiper mega LAMECHAS, claro! Com ondas a bater no corpo e estrelas a aconchegá-los... BLHAAAAACCC!!!! :) O papá da mocita, como um digno pai ditador e respectivo mau da fita do enredo, dá cabo daquilo tudo e não permite que a filha, deusa, se enrole com um reles mortal! Depois ela chora muito de tristeza, coitadita (!!!) e o rapaz chora por ela e as estrelas e as nuvenzitas... é um choro pegado! Os moçoilos encontram-se na praia, enquanto a nossa menina se banha da forma mais tentadora possível, beijam-se, enroscam-se e o mar enfurece e criam-se ondas "tsunâmicas"! O vento fica agressivo! A lua chora, prenunciando desgraça!... Dá-se um temporal do caneco! :) Aqui pelo meio, escrevi umas frases bonitas de balelas reflexões emocionais, que fica sempre bem, para "compor o ramalhete"! Enfim, abreviando (que sempre tive este defeito de me estender!), lembro-me que a estória acaba, lógica e previsivelmente, com eles juntos, na praia e tal... mas com o fim daquela realidade paralela de praia, tudo reduzido a pastos! (Vá lá, tive a sensibilidade de dar um toque dramático "à coisa"!) Aliás, o último cenário - tcha! tcham! - é o vento a passar no meio dos pastos devastados - imaginei mesmo isto a ser filmado de cima e a alta velocidade! - o vento a soprar bem forte, sussurrando: "Quem me dera ser céu... doce céu... e nada mais que céu...".
Contextualizando, esta é a frase inicial que o Grão de Areia passa a vida a repetir, como um bom dormente que é! eheheh
Concluindo, por alguma razão que a Razão desconhece, esta pequena estória, aqui brevemente referenciada, marcou o meu crescimento. Entre muitas, mas muitas outras coisas que tenho escrito e revisto ao longo da minha vida (nunca está tudo bem!), esta é a única que, ainda que BUÉÉÉ de pirosa, com erros ortográficos e sintáticos(!), eu não consigo mexer... Tornou-se intocável! Como se eu tivesse produzido uma coisa que sei que não voltarei a fazer e que só é bonita pela sua imperfeição e descontexto! :)
Vá-se lá entender.
A somar, gosto solenemente do nome do rapaz! Sinto-me eu neste nome. Parece que estou inteira lá dentro. Também somos grãos de areia neste mundo e nesta vida, saltitando, de momento em momento, de espaço em espaço, de realidade em realidade, de sonho em sonho, de pessoas em pessoas...
Sempre foi, até hoje, o meu nome "secreto"! :) Agora dou-lhe corpo neste espaço.
Resumidamente, bem-vindos!!! :)
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Gilberto Grão de Areia
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