segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Um Para Ti - VII
quarta-feira, 15 de julho de 2009
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domingo, 16 de novembro de 2008
Estou muiiito curiosa!
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Falou e disse.
«A Arte de Não Ler»
Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos'
"A arte de não ler é muito importante. Consiste em não sentir interesse algum por aquilo que está a atrair a atenção do público numa determinada altura. Quando um panfleto político ou eclesiástico, um romance ou um poema estão a causar grande sensação, não devemos esquecer-nos de que quem escreve para tolos tem sempre grande público. Uma condição prévia para ler bons livros é não ler os maus: a nossa vida é curta."
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À boa maneira alemã e longe de pseudointelectualismos, Schopenhauer é breve, justo, claro e mordaz a escrever. Adora insultar, diz que "é uma honra". Tenho tido a oportunidade de ler alguns textos ultimamente e aconselho toda a gente a dar uma vista de olhos. É um bom remédio para nos limparmos de muitas hipócrisias sociais intemporais e ainda rirmos um bocadinho.
Com a "moral", à primeira vista, nos píncaros, Schopenhauer teria passado, a meu ver, facilmente, por um "Mourinho do séc. XIX", no campo da Filosofia. Eheheh!
Terão acesso a breves reflexões, por exemplo, em: http://www.citador.pt/pensar.php?pensamentos=Arthur_Schopenhauer&op=7&author=125
Espreitem, escolham e não se arrependerão.
Gosto, gosto, gosto.
domingo, 5 de outubro de 2008
Agora ao deitar!

(em 2ª mão, à venda n'A Lura dos Livros, Tavira)
Sweet & Fat Dreams, everyone!!!
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Veraneando
Por cá, vai-se lendo, ao sabor de uma CAIPIBlack (Caipiroska com Eristoff Black = do melhor!!!) e no deleite de um puff (há uma deliciosa praga disso, agora!), o apetecível Márquez:
"(...) Maria Alejandria Cervantes tinha deixado destrancada a porta de casa. Despedi-me de meu irmão, atravessei o corredor onde dormiam os gatos das mulatas amontoados entre tulipas, e empurrei a porta do quarto sem bater. As luzes estavam apagadas, mas assim que entrei senti o cheiro de mulher morna e vi os olhos de leoparda insone na escuridão, e depois não voltei a saber de mim até os sinos começarem a tocar.
(...)
Desde então continuam ligados por um afecto sério, mas sem a desordem do amor, e ela tinha-lhe tanto respeito que não voltou a ir para a cama com ninguém se ele estivesse presente. Naquelas últimas férias despachava-nos cedo com o pretexto inverosímil de que estava cansada, mas deixava as portas sem tranca e uma luz do corredor acesa para eu voltar a entrar em segredo."
(cit in Crónica de Uma Morte Anunciada; Márquez, Gabriel Garcia; 1981)
Grande Maria Alejandria... ;) e grande, grande dia de praia!!!
(Fotos @ Ilha do Farol_23.07.08)
