Mostrar mensagens com a etiqueta cultura geral. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cultura geral. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

The Whisky Tour

Nunca tendo sido grande apreciadora de Whisky, confesso que me rendi aos encantos que pode ter. Talvez por estar no seu país. A verdade é que a Escócia mostrou-me que esta bebida consegue ser bem interessante e que, à semelhança do nosso vinho, tem muita ciência.

E como me disseram "só diz que o whisky sabe mal quem nunca bebeu um bom whisky."

SABIAM QUE...
... o verdadeiro Whisky apenas se produz na Escócia?
... sempre que virem a palavra "Whisky" numa garrafa escrita de outra forma (por exemplo "Whiskey") que dizer que não é escocês?
... pelo facto de conseguirmos identificar 44 tipos de cheiros e apenas 4 de paladar distinguimos melhor um bom Whisky cheirando do que provando?
... o gelo estraga o Whisky porque contrai as partículas?
... a água mineral separa as partículas e abre os diferentes sabores, enquanto que a água da torneira adultera-o porque tem químicos?
... para verdadeiramente disfrutar de um bom Whisky velho/ Malte é preciso juntar-lhe sempre água mineral?
... os Whiskies que têm escrito "blended" significa que houve misturas de diferentes "castas" (exº de misturas: Vat 69, Cutty Sark...)?
... há Whiskies que deixam paladar, por exemplo, a banana, a canela, a amêndoa, a cereja, a lama (!), a menta, a picante, etc, tendo apenas relação com o local onde foram envelhecidos?
... os Whiskies recomendados pelos escoceses como bons whiskies são puros (not blended!) e de Malte preferencialmente?
... os Whiskies das ilhas escocesas são muito pouco conhecidos em Portugal e são deliciosos?
... raramente se encontra Whiskies superiores a 21 anos à venda por terem preços incalculáveis?
... os copos das fotografias abaixo são os verdadeiros copos indicados para disfrutar de todas as potencialidades de um whisky?



quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Falou e disse.


«A Arte de Não Ler»
Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos'

"A arte de não ler é muito importante. Consiste em não sentir interesse algum por aquilo que está a atrair a atenção do público numa determinada altura. Quando um panfleto político ou eclesiástico, um romance ou um poema estão a causar grande sensação, não devemos esquecer-nos de que quem escreve para tolos tem sempre grande público. Uma condição prévia para ler bons livros é não ler os maus: a nossa vida é curta."


--- / ---


À boa maneira alemã e longe de pseudointelectualismos, Schopenhauer é breve, justo, claro e mordaz a escrever. Adora insultar, diz que "é uma honra". Tenho tido a oportunidade de ler alguns textos ultimamente e aconselho toda a gente a dar uma vista de olhos. É um bom remédio para nos limparmos de muitas hipócrisias sociais intemporais e ainda rirmos um bocadinho.

Com a "moral", à primeira vista, nos píncaros, Schopenhauer teria passado, a meu ver, facilmente, por um "Mourinho do séc. XIX", no campo da Filosofia. Eheheh!


Terão acesso a breves reflexões, por exemplo, em: http://www.citador.pt/pensar.php?pensamentos=Arthur_Schopenhauer&op=7&author=125


Espreitem, escolham e não se arrependerão.

Gosto, gosto, gosto.

Quem sabe, sabe.

Eis aquilo que eu passo a vida a indignar-me sobre, pois acredito profundamente que é uma das lacunas de formação mais flagrantes de algumas pessoas que trabalham na indústria turística, ou outras prestações de serviços tais.

Dito curiosamente pelo Sr. Henry Ford:

“Não é o empregador que paga os salários: é o cliente.”

Reclamar sobre o emprego, patrão, salário e afins com o cliente, se calhar, não é a melhor promoção, boa?

Há com cada alma por aí...

domingo, 19 de outubro de 2008

Crise?

Na televisão, na rádio, nos jornais, nas revistas... Não se fala de outra coisa.
Já cansa, estou de acordo.

Enquanto o mundo inteiro se preocupa, gosto de ter oportunidade de ler as mais diferentes experiências de preocupação, face ao cenário de crise. Gostei desta especialmente.

Dias depois do Governo dos Estados Unidos salvar a AIG (American International Group), uma das maiores seguradoras do mundo com a qual já tive oportunidade de colaborar num incentivo ainda neste Verão, a empresa ofereceu uma humilde e singela semaninha de férias aos seus distribuidores e empregados no St. Regis Resort, em Monarch Beach, na Califórnia. Uma noite neste resort custa, só para terem uma idéia, cerca de 800€. Os hóspedes, confortavelmente instalados em suítes, tiveram direito a baquetes, massagens, tratamentos estéticos e partidas de golfe.

É justo, quer dizer... Ir para um resort destes e não usufruir das regalias! Ora essa! Também não vamos ser picuínhas, não é?

Afinal, também só foram gastos 300 mil euros com isto... Interessa lá agora que uma semana antes a AIG estivesse à beira do colapso financeiro e que, para evitar a falência, a Reserva Federal Americana (Fed) tivesse injectado 62,4 mil milhões de euros?!?!
Para a Casa Branca, o acontecido foi "desprezível".

Martin Sullivan, responsável pela liderança da empresa, depois de ter sido questionado sobre este "incidente", confortavelmente respondeu que o evento estava programado desde 2007 e que "apesar da situação actual, seria importante honrar este compromisso".

É caso para dizer, entre outras coisas: "Perdido por cem, perdido por mil."


quinta-feira, 2 de outubro de 2008

GOD SAVE AMERICA!!!